Categorias
Caminhão Caminhoneiro

Traseira arqueada: até onde vai o limite?

Este tema tem sido muito comentado nas últimas semanas: caminhões com a traseira arqueada. Mas o que significa isso? Significa que esses caminhões têm a suspensão traseira elevada, de modo que a carroceria deixa de ficar nivelada, podendo chegar a um metro acima da altura original de fábrica – ou até mais.

Apesar de ser um tema bastante polêmico, essa alteração é regulamentada pelo Contran. Ou seja, dentro do limite estabelecido, é possível aumentar a altura da traseira do caminhão. Essa modificação normalmente é feita com a colocação de calços sob as molas traseiras; o arqueamento das molas originais, o que altera a curvatura das lâminas do molejo; alterando o número de lâminas das molas; ou instalando suportes mais longos para a suspensão.

O Contran, por meio da Resolução nº 479/2014, estabelece que a alteração dessa característica pode acontecer desde que o caminhão não ultrapasse os dois graus de elevação da traseira do chassi a partir de um ponto plano.

Esses dois graus significam que a traseira pode ser elevada em até 3,5 cm por metro de comprimento do veículo, ou seja, um caminhão que tenha 12 metros de comprimento entre o para-choque dianteiro e o traseiro poderá ser elevado em 42 cm.

O Contran também estabelece que não podem ocorrer alterações no eixo dianteiro, como a redução do número de molas, troca do eixo etc. Essas alterações na frente do caminhão são feitas para rebaixar a dianteira, enquanto a traseira é erguida.

Caminhões que sejam alterados na altura precisam passar por inspeção em local credenciado pelo Inmetro, que deverá incluir a modificação no documento do caminhão.

Apesar do estilo e de ser permitida, essa alteração pode trazer prejuízos. Tal mudança altera o centro de gravidade do caminhão, endurece a suspensão e sobrecarrega os componentes, já que o peso transportado passa a ser distribuído de maneira diferente do que o projeto original do veículo estabelece.

Com o centro de gravidade mais alto, o risco de acidentes, especialmente tombamentos, é elevado. A suspensão mais dura, com o aumento do número de molas, causa uma trepidação excessiva do veículo, acarretando maior desgaste das peças. E o peso distribuído de maneira desigual sobre a plataforma do chassi pode sobrecarregar o eixo dianteiro, com aumento do desgaste dos pneus e dos freios e até mesmo uma possível quebra do eixo.

De todas as formas, o melhor é evitar problemas, mantendo o caminhão como foi projetado para ser.

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

Categorias
Caminhão

A fumaça que sai do escapamento pode dizer muito sobre a saúde do caminhão

Assim como uma pessoa, um caminhão também apresenta sintomas quando está ficando doente. Entre eles, está a fumaça, ou o excesso dela, que mostra que tem algo errado com o motor ou com o sistema de injeção de combustível.

Quando um caminhão começa a emitir muita fumaça, além do aumento da poluição no meio ambiente, o consumo de diesel dispara, o que acentua os custos dos caminhoneiros. Por isso, é importante ficar de olho e tentar identificar a causa do problema o mais rápido possível.

O caminhão pode emitir três tipos de fumaça se houver problemas: fumaça preta, fumaça branca e a temível fumaça azulada.

A fumaça branca pode ser sinal de excesso de umidade no ar, como em dias frios, ou entrada de líquido de arrefecimento dentro da câmara de combustão.

A fumaça preta sai do escapamento quando o combustível não está sendo queimado de maneira adequada dentro do motor. Ela pode ocorrer por problemas no filtro de ar, na bomba injetora desregulada, nos bicos injetores entupidos, no filtro de combustível ou quando o combustível é de má qualidade ou adulterado.

Já a fumaça azulada é a mais grave. Ela mostra que o óleo lubrificante do motor está sendo queimado junto com o combustível, geralmente por problemas nos anéis de vedação dos pistões, que podem apresentar excesso de desgaste ou quebra. Nesse caso, o motor precisa ser urgentemente reparado para evitar problemas ainda maiores.

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

Categorias
Caminhão Caminhoneiro curiosidades

Quais foram os caminhões mais vendidos em 2021?

Fenabrave, Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores, divulgou o ranking dos caminhões mais vendidos em 2021. 

De acordo com os números apresentados na última quinta-feira (6), no ano passado foram 127,3 mil unidades de caminhões vendidas no pais, uma alta de 42,8% sobre o acumulado de 2020, quando somou 89,1 mil emplacamentos. Nesse sentido, o desempenho resultou no maior volume de vendas desde 2015.

Em relação a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores, a Anfavea, 2021 apresentou uma ligeira melhora se comparado a 2020, mesmo com a crise global de semicondutores. Em contrapartida, os números ainda ficaram aquém do potencial de demanda interna e externa por autoveículos.

Veja a seguir a lista dos 3 modelos de caminhões mais vendidos de 2021 por sub-segmento:

  • Semileves:

3º Lugar: Iveco Daily 65-170

Iveco Daily 65-170
Imagem: Iveco

508 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 8,82%

2º Lugar: Mercedes-Benz Sprinter 516

Mercedes-Benz Sprinter 516
Imagem: Mercedes-Benz

1.025 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 17,80%

1º Lugar: Mercedes-Benz Sprinter 416

Mercedes-Benz Sprinter 416
Imagem: Mercedes-Benz

2.860 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 49,67%

  • Leves:

3º Lugar: Mercedes-Benz Accelo 815

Mercedes-Benz Accelo 815
Imagem: Mercedes-Benz

2.643 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 21,86%

2º Lugar: Mercedes-Benz Accelo 1016

Mercedes-Benz Accelo 1016
Imagem: Mercedes-Benz

3.737 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 30,91%

1º Lugar: Volkswagen/MAN 9.170

Volkswagen/MAN 9.170
Imagem: Volkswagen Caminhões e Ônibus

3.820 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 31,59%

  • Médios:

3º Lugar: Volkswagen/MAN 13.180

Volkswagen/MAN 13.180
Imagem: Volkswagen Caminhões e Ônibus

1.069 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 9,58%

2º Lugar: Volkswagen/MAN 14.190

Volkswagen/MAN 14.190
Imagem: Volkswagen Caminhões e Ônibus

1.187 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 10,64%

1º Lugar: Volkswagen/MAN 11.180

Volkswagen/MAN 11.180
Imagem: Volkswagen Caminhões e Ônibus

6.065 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 54,36%

  • Semipesado:

3º Lugar: Mercedes-Benz Atego 2426

Mercedes-Benz Atego 2426
Imagem: Mercedes-Benz

2.826 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 8,43%

2º Lugar: Volvo VM 270

Volvo VM 270
Imagem: Volvo

3.270 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 9,76%

1º Lugar: Volkswagen/MAN 24.280

Volkswagen/MAN 24.280
Imagem: Volkswagen Caminhões e Ônibus

4.205 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 12,55%

  • Pesado:

3º Lugar: DAF XF

DAF XF
Imagem: DAF Caminhões

5.391 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 8,33%

2º Lugar: Scania R450

Scania R450
Imagem: Scania

6.772 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 10,46%

1º Lugar: Volvo FH 540

Volvo FH 540
Imagem: Volvo

8.935 unidades emplacadas

Participação de mercado no segmento: 13,80%

Total das Montadoras – 2020 x 2021:

De acordo com os números da Fenabrave, a Volkswagen/MAN foi a montadora que mais comercializou caminhões em 2021, com 37.460 unidades vendidas. Em seguida, vem a Mercedes-Benz com 37.158 veículos comercializados. Fechando o Top 3, vem a Volvo, com 21.820 caminhões vendidos no ano.

Veja comparativo entre os anos de 2020 e 2021:

Total das Montadoras - 2020 x 2021:
Fonte: Fenabrave

Número de vendas de caminhões em 2020: 89.207

Número de vendas de caminhões em 2021: 127.357

Expectativas para 2022

Na primeira projeção para 2022, a federação que representa a rede de concessionárias estima um crescimento por volta de 7% nas vendas de caminhões, que, se realizado, alcançaria volume acima de 136,6 mil unidades negociadas. As demandas aquecidas do agronegócio, construção, mineração e e-commerce deverão permanecer como as principais alavancas.

A Anfavea também espera um bom desempenho em 2022, com base em alguns pontos importantes como o crescimento do agronegócio, o arrefecimento da pandemia e a elevação do PIB em 0,5%. Mas, questões como a fragilidade do mercado de trabalho, o aumento de custos, câmbio, juros e carga tributária e as eleições, são vistos como grandes desafios para o período, podendo ser cruciais para as vendas e produção de autoveículos.

Fonte: Site Trucão

Categorias
Caminhoneiro MEI

É sancionada a “Lei do MEI-Caminhoneiro”

O projeto de lei que aguardava votação no senado – e que contava com opiniões divergentes dos representantes da categoria – foi, enfim, sancionado no dia 31/12/2021.

Relembre a matéria que postamos aqui, no Pamclube, em 06/12/2021, com detalhes sobre essas divergências: https://www.pamclube.com.br/2021/12/06/entidades-divergem-sobre-mei-do-caminhoneiro/

O que é o MEI?

A categoria de Microempreendedor Individual permite que o profissional obtenha um CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica), podendo emitir notas fiscais e ter acesso a benefícios previdenciários.

O que muda para o caminhoneiro?

Com a nova lei, a inclusão dos caminhoneiros no MEI permite que eles tenham faturamento maior que o das demais categorias. Entenda:

  • Faturamento anual máximo das demais categorias: R$ 81.000,00.
  • Faturamento anual máximo do transportador autônomo de cargas: R$ 251.600,00.

Quando as atividades do TAC são iniciadas, o teto do MEI caminhoneiro é de R$ 20.966,67, multiplicado pelo número de meses entre o começo da atividade e o último mês do ano.

Contribuição previdenciária

Aqueles que fazem parte do MEI-Caminhoneiro terão contribuição mensal de 12% sobre o salário mínimo.

Fonte: g1 Política

Categorias
Frete orbe

Cinco benefícios que os apps de contratação de fretes trazem para os caminhoneiros

Atualmente, toda a nossa vida está rodeada por tecnologia. Milhares de produtos e serviços revolucionaram o mundo nos últimos anos e, na área de atuação dos caminhoneiros, não é diferente. Para facilitar a vida dos transportadores de cargas, surgiram diversos aplicativos, para as mais variadas aplicações, que podem ser muito úteis no dia a dia.

Entre eles estão os que permitem que o caminhoneiro receba muitas ofertas de cargas de forma eficiente e rápida, na palma da mão. Esses aplicativos trazem uma série de vantagens para o caminhoneiro e evitam que se perca tempo em busca de cargas em terminais espalhados pelo Brasil.

Confira abaixo cinco benefícios que o caminhoneiro passa a ter assim que começa a usar esses aplicativos:

  1. Agilidade

Antes mesmo de terminar uma entrega, o caminhoneiro já pode ficar de olho em uma nova carga; assim, não precisa esperar descarregar o caminhão para iniciar uma nova busca. Isso se traduz em um aproveitamento melhor do caminhão: quanto menos tempo parado, maiores os ganhos do caminhoneiro.

  • Previsibilidade de rotas

Outra vantagem importante é que o caminhoneiro pode se programar para traçar as rotas de sua preferência. Com a grande disponibilidade de cargas na palma da mão, ele pode escolher exatamente a rota que se encaixa melhor em seu trajeto, podendo, por exemplo, se planejar para passar em casa com maior frequência.

  • Mais ganhos

Com mais agilidade e maior previsibilidade, o caminhoneiro também ganha mais, já que poderá escolher e calcular qual a melhor carga para o destino que escolher. Além disso, muitas vezes, são os próprios embarcadores que fazem a publicação das cargas nos aplicativos, tirando os atravessadores do caminho, que ficavam com uma grande fatia do frete.

  • Economia

Rodando menos tempo com o caminhão vazio e ficando menos tempo parado, o caminhoneiro também economiza com combustível e com outros custos que teria se não estivesse trabalhando. No fim das contas, essa economia faz muita diferença.

  • Segurança

Além de tudo, o caminhoneiro pode ficar tranquilo quanto à idoneidade dos anunciantes dos fretes. No aplicativo OrbeLog, por exemplo, todos os contratantes de fretes passam por um criterioso sistema de aprovação. Com isso, a possibilidade de haver qualquer problema quanto à segurança é anulada.

Para contar com todos esses benefícios, baixe agora o aplicativo OrbeLog, Basta acessar: https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.orbeapp.

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

Categorias
Frete

Tecnologia é aliada do caminhoneiro na hora de conseguir fretes

Encontrar fretes é uma das principais atividades do caminhoneiro. E, muitas vezes, isso pode levar várias horas ou até mesmo dias, dependendo da região onde o caminhoneiro se encontre, devido ao tamanho e à diversidade do nosso país.

Além disso, muitas vezes, o caminhoneiro fica nas mãos de atravessadores, que ficam com boa parte dos valores dos fretes, reduzindo a rentabilidade do transporte, que já está bastante comprometida.

Por isso, a tecnologia se tornou uma importantíssima aliada do caminhoneiro, que pode, antes mesmo de terminar uma viagem, procurar outra carga, evitando perder tempo à sua procura. No mercado, existem várias opções para o caminhoneiro, cada uma com uma particularidade, mas, na maioria dos casos, cada frete é negociado individualmente.

Uma das empresas que tentam mudar esse cenário é a Orbe, uma plataforma de gestão de fretes que visa fidelizar o caminhoneiro e beneficiar as empresas contratantes dos fretes, retirando atravessadores do caminho e antecipando diversas etapas do processo.

A principal inovação é a possibilidade de um caminhoneiro contratado por uma transportadora que já esteja em viagem ser contratado por outra empresa, de forma rápida, otimizando a viagem de volta. Ou seja, o escopo do trabalho seria: chegar ao cliente, descarregar a carga, ir até a outra empresa, carregar o caminhão e seguir viagem, levando o menor tempo possível entre as viagens.

A plataforma também permite a gestão centralizada da maior parte da burocracia do transporte, como a emissão do CIOT (contrato de frete registrado na ANTT), antecipação do vale-pedágio, pagamento eletrônico do frete, averbação de seguros, consulta ao cadastro positivo do motorista para gestão de riscos, emissão de CT-e e MDF-e, entre outros documentos.

Um ganho considerável para o transportador, que agiliza suas operações, e, principalmente, para o caminhoneiro, que roda mais e, consequentemente, passa a ter uma rentabilidade maior.

Conheça mais no link https://orbe.log.br/

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

Categorias
TAG

Conheça as vantagens de receber o vale-pedágio diretamente na sua TAG

O vale-pedágio é um direito de todo transportador e deve ser pago pelo contratante do serviço de transporte, além de não poder ser embutido diretamente no valor do frete. Ou seja, o caminhoneiro deve negociar o valor do frete com o contratante e receber o valor do pedágio à parte. Isso não é novidade, é parte de uma lei de 2001. Mas você sabia que pode receber esse valor diretamente na sua TAG para que o pagamento do pedágio seja feito automaticamente?

A TAG de pedágio permite a passagem mais rápida nas praças de cobrança de todo o país e o pagamento é feito de forma automática, liberando a cancela e fazendo com que o caminhoneiro não perca tempo parado em filas.

Só aí já é uma vantagem excelente, porque, muitas vezes, as filas nas praças de pedágio são enormes e o tempo parado afeta diretamente a rentabilidade, principalmente do caminhoneiro autônomo.

Isso também se reflete em uma substancial economia de combustível, já que o caminhoneiro deixa de enfrentar o “anda e para” das filas e não há necessidade de arrancar o caminhão novamente, do zero, após a cobrança.

Por isso, algumas empresas que fazem a gestão dos valores de frete permitem que o caminhoneiro receba o valor do vale-pedágio diretamente em sua TAG, previamente instalada no caminhão. Por exemplo, o Pamcard permite receber nas TAGs Move Mais, Sem Parar ou Veloe, que são usadas em todo o país.

Isso garante liberdade para escolher o serviço que mais agrada ao profissional. O pagamento é realizado de forma automática, também garantindo que o motorista não precise andar com notas de dinheiro, o que se traduz em mais segurança. Assim, ao usar esse tipo de pagamento, tanto a empresa quanto o caminhoneiro operam dentro da legislação vigente.

Se for preciso, o próprio motorista pode fazer a recarga dos créditos da sua TAG, por exemplo, para viagens sem carga, por meio de um cartão de crédito ou boleto. Nesse caso, o valor do vale-pedágio não se mistura com os créditos novos adicionados pelo motorista.

Outra vantagem é que também é possível conferir de forma fácil os valores gastos com pedágios em cada trecho da viagem, resultando em mais controle financeiro.

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

Categorias
Caminhoneiro Instituto Cuidando do Futuro

Confiança promove ação em homenagem a caminhoneiros

No duelo contra a Ponte Preta pela Série B do Brasileirão, que aconteceu no último sábado, 20, o Confiança e a Bialog, em parceria com o Instituto Cuidando do Futuro, promoveram uma ação em homenagem aos caminhoneiros que perderam a vida em acidentes nas rodovias.

A ação trocou o nome dos jogadores nas camisas por nomes de caminhoneiros conhecidos como heróis das estradas e possuiu o objetivo de conscientizar sobre a segurança nas estradas de todo o Brasil.

A Bialog, que é uma startup de tecnologia logística que une caminhoneiros e empresas que fazem frete, também está promovendo uma superação chamada “Motorista socialmente responsável”, que possui um hotsite oferecendo dicas de segurança para os motoristas para tentar reduzir a taxa de mortalidade nas estradas.

Fonte: Imprensa 24h

Categorias
Caminhoneiro CIOT Documento de Transporte Eletrônico

CIOT continua valendo enquanto o DT-e não entrar em vigor

A Medida Provisória 1051/2021 criou oficialmente o Documento Eletrônico de Transporte, conhecido como DT-e. Ele condensará uma série de exigências para o transporte rodoviário de cargas em um único documento, reduzindo a burocracia e agilizando as operações de transporte.

Quando este texto foi publicado, o setor de transporte rodoviário de cargas ficou na dúvida: com a chegada do DT-e, haveria necessidade ou não de manter a emissão do CIOT (Código Identificador de Transporte)?

De acordo com a resposta da Agência Nacional de Transporte Terrestre para um ofício da Ampef (Associação das Administradoras de Meios de Pagamento Eletrônicos de Frete), o uso do CIOT e dos meios de pagamento do valor do frete referentes à prestação de serviços de transporte rodoviário remunerado de cargas (PEF) continuam válidos e produzindo efeitos.

O CIOT é um documento criado pela Resolução nº 5.862/2019 da ANTT, que diz que o documento deverá ser emitido para todas as operações de transporte rodoviário de cargas em que haja contratação de terceiros. O CIOT deve ser emitido antes do início da operação de transporte. O documento não precisa ser emitido para contratações de transporte feitas por pessoas físicas, nem para o transporte internacional de cargas, nem quando a operação de transporte se tratar de coleta com isenção de emissão de documento fazendário.

O CIOT e os PEFs serão futuramente incorporados ao DT-e, mas em uma data ainda não estabelecida pelo Poder Executivo.

Ou seja, toda a operação remunerada de transporte em que houver a contratação de terceiros, ou seja, frotas terceirizadas, motoristas autônomos, cooperativas, cooperativa de transporte de carga (CTC) ou empresas de transporte de carga (ETC), ainda precisa da emissão do CIOT.

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

Categorias
Caminhoneiro

Como tem sido a sua alimentação na estrada?

O título deste texto pode parecer uma pergunta estranha, mas, além de cuidar bem do caminhão, o caminhoneiro precisa cuidar bem da própria saúde. E não é para menos. Nem sempre as paradas da estrada oferecem bons lugares para alimentação, o que, a longo prazo, pode ser muito prejudicial para o organismo.

Obesidade, pressão alta, distúrbios do sono e diversos outros problemas relacionados estão ligados à profissão e à má alimentação e, somados, podem amplificar os efeitos das doenças, que começam silenciosas e podem afetar duramente a vida do caminhoneiro.

Por isso, sempre que estiver na estrada, procure fazer a própria comida. Apesar do tempo maior gasto para o preparo, a alimentação caseira pode ser muito mais saudável para o motorista, com alimentos frescos, de procedência conhecida e bem-preparados.

Outra dica importante é evitar lanches rápidos, os famosos fast food, assim como salgados fritos e salgadinhos de pacote, e substituir esses alimentos por uma fruta, por exemplo, ou até mesmo por legumes, como cenoura, que pode ser um excelente lanche rápido.

E, quando falamos de bebidas, é bom evitar refrigerantes e cervejas e dar preferência à ingestão de sucos e água. Refrigerantes têm quantidades muito altas de açúcar, o que pode desencadear problemas de saúde, como a diabetes.

Por fim, os alimentos doces, repletos de açúcar, também podem ser substituídos ou evitados em prol do seu bem mais precioso: SUA SAÚDE.

Pense no seu corpo e na sua saúde como uma plantação: a cada dia, você planta uma sementinha para, no futuro, colher uma vida com muito mais saúde e disposição para aproveitar os momentos com quem espera por você em casa.

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.