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Tecnologia é aliada do caminhoneiro na hora de conseguir fretes

Encontrar fretes é uma das principais atividades do caminhoneiro. E, muitas vezes, isso pode levar várias horas ou até mesmo dias, dependendo da região onde o caminhoneiro se encontre, devido ao tamanho e à diversidade do nosso país.

Além disso, muitas vezes, o caminhoneiro fica nas mãos de atravessadores, que ficam com boa parte dos valores dos fretes, reduzindo a rentabilidade do transporte, que já está bastante comprometida.

Por isso, a tecnologia se tornou uma importantíssima aliada do caminhoneiro, que pode, antes mesmo de terminar uma viagem, procurar outra carga, evitando perder tempo à sua procura. No mercado, existem várias opções para o caminhoneiro, cada uma com uma particularidade, mas, na maioria dos casos, cada frete é negociado individualmente.

Uma das empresas que tentam mudar esse cenário é a Orbe, uma plataforma de gestão de fretes que visa fidelizar o caminhoneiro e beneficiar as empresas contratantes dos fretes, retirando atravessadores do caminho e antecipando diversas etapas do processo.

A principal inovação é a possibilidade de um caminhoneiro contratado por uma transportadora que já esteja em viagem ser contratado por outra empresa, de forma rápida, otimizando a viagem de volta. Ou seja, o escopo do trabalho seria: chegar ao cliente, descarregar a carga, ir até a outra empresa, carregar o caminhão e seguir viagem, levando o menor tempo possível entre as viagens.

A plataforma também permite a gestão centralizada da maior parte da burocracia do transporte, como a emissão do CIOT (contrato de frete registrado na ANTT), antecipação do vale-pedágio, pagamento eletrônico do frete, averbação de seguros, consulta ao cadastro positivo do motorista para gestão de riscos, emissão de CT-e e MDF-e, entre outros documentos.

Um ganho considerável para o transportador, que agiliza suas operações, e, principalmente, para o caminhoneiro, que roda mais e, consequentemente, passa a ter uma rentabilidade maior.

Conheça mais no link https://orbe.log.br/

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

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Conheça as vantagens de receber o vale-pedágio diretamente na sua TAG

O vale-pedágio é um direito de todo transportador e deve ser pago pelo contratante do serviço de transporte, além de não poder ser embutido diretamente no valor do frete. Ou seja, o caminhoneiro deve negociar o valor do frete com o contratante e receber o valor do pedágio à parte. Isso não é novidade, é parte de uma lei de 2001. Mas você sabia que pode receber esse valor diretamente na sua TAG para que o pagamento do pedágio seja feito automaticamente?

A TAG de pedágio permite a passagem mais rápida nas praças de cobrança de todo o país e o pagamento é feito de forma automática, liberando a cancela e fazendo com que o caminhoneiro não perca tempo parado em filas.

Só aí já é uma vantagem excelente, porque, muitas vezes, as filas nas praças de pedágio são enormes e o tempo parado afeta diretamente a rentabilidade, principalmente do caminhoneiro autônomo.

Isso também se reflete em uma substancial economia de combustível, já que o caminhoneiro deixa de enfrentar o “anda e para” das filas e não há necessidade de arrancar o caminhão novamente, do zero, após a cobrança.

Por isso, algumas empresas que fazem a gestão dos valores de frete permitem que o caminhoneiro receba o valor do vale-pedágio diretamente em sua TAG, previamente instalada no caminhão. Por exemplo, o Pamcard permite receber nas TAGs Move Mais, Sem Parar ou Veloe, que são usadas em todo o país.

Isso garante liberdade para escolher o serviço que mais agrada ao profissional. O pagamento é realizado de forma automática, também garantindo que o motorista não precise andar com notas de dinheiro, o que se traduz em mais segurança. Assim, ao usar esse tipo de pagamento, tanto a empresa quanto o caminhoneiro operam dentro da legislação vigente.

Se for preciso, o próprio motorista pode fazer a recarga dos créditos da sua TAG, por exemplo, para viagens sem carga, por meio de um cartão de crédito ou boleto. Nesse caso, o valor do vale-pedágio não se mistura com os créditos novos adicionados pelo motorista.

Outra vantagem é que também é possível conferir de forma fácil os valores gastos com pedágios em cada trecho da viagem, resultando em mais controle financeiro.

Rafael Brusque, do Blog do Caminhoneiro, especialmente para o Pamclube.

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Entidades divergem sobre ‘MEI do Caminhoneiro’

Projeto permite que caminhoneiro com faturamento até R$ 20.966 mensais possa se formalizar como microempreendedor individual

Nelson Bortolin

O projeto apelidado de ‘MEI do Caminhoneiro’ divide opiniões dos representantes da categoria. Aguardando votação no Senado como substitutivo ao projeto de lei complementar 147/2019, a proposta aumenta o limite de faturamento bruto para que o transportador autônomo de carga possa se formalizar como Microempreendedor Individual (MEI).

Para as demais profissões, a receita bruta do MEI não pode ultrapassar R$ 81 mil anuais. Se o projeto for aprovado, esse limite será de R$ 251,6 mil anuais para o caminhoneiro, ou R$ 20.966,67 mensais.

Apesar de defender “alguns ajustes” no texto, o advogado da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Alziro da Motta Santos Filho, diz que a entidade é favorável ao projeto

Segundo ele, o teto de faturamento bruto é suficiente para atender boa parte da categoria. “O autônomo que fatura até esse valor é aquele que precisa de ajuda. Os que faturam mais não precisam. Já estão com a vida mais estabilizada”, alega.

Estudo da CNTA mostra que a média de faturamento do autônomo é entre R$ 16 mil e R$ 17 mil por mês.

Uma alteração que precisa ser feita no substitutivo, segundo a entidade, é permitir que o caminhoneiro possa fazer creditamento de PIS/Cofins. “Isso é muito importante para estimular a contratação direta do autônomo”, afirma o advogado.

Outro ponto que precisa de ajuste está relacionado à contribuição dos caminhoneiros para o Sest/Senat. “É necessário deixar isso mais claro para que o autônomo possa usufruir dos benefícios da instituição.”

A confederação está tentando fazer essas mudanças no Senado.

Mas nem todo líder caminhoneiro é a favor do projeto. O diretor do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Carga de Ijuí-RS, Carlos Alberto Litti Dahmer, se declara “totalmente contra” a proposta. “Trata-se de um projeto na linha de exterminação da categoria. Transformar o autônomo em microempresário é acabar com ele.”
O substitutivo, na visão de Litti, “vai na linha do governo Bolsonaro que visa a concentração do setor de transporte na mãos das grandes empresas”. “Querem acabar com 800 mil autônomos. Somos um estorvo para esse governo.”

O Senado adiou a votação do substitutivo que estava prevista para acontecer dia 23 de novembro. Ainda não há nova data.
Fonte: Revista Carga Pesada

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Caminhoneiro Instituto Cuidando do Futuro

Confiança promove ação em homenagem a caminhoneiros

No duelo contra a Ponte Preta pela Série B do Brasileirão, que aconteceu no último sábado, 20, o Confiança e a Bialog, em parceria com o Instituto Cuidando do Futuro, promoveram uma ação em homenagem aos caminhoneiros que perderam a vida em acidentes nas rodovias.

A ação trocou o nome dos jogadores nas camisas por nomes de caminhoneiros conhecidos como heróis das estradas e possuiu o objetivo de conscientizar sobre a segurança nas estradas de todo o Brasil.

A Bialog, que é uma startup de tecnologia logística que une caminhoneiros e empresas que fazem frete, também está promovendo uma superação chamada “Motorista socialmente responsável”, que possui um hotsite oferecendo dicas de segurança para os motoristas para tentar reduzir a taxa de mortalidade nas estradas.

Fonte: Imprensa 24h