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Potência de sobra

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Potência de sobra

Os caminhões têm motores grandes, de até 16 litros de cilindrada – o que equivale a 16 motores de carros 1.0 –, e muita potência, que é usada não para velocidade, mas para tracionar cargas pesadas de um lugar para outro, vencendo estradas, aclives e declives.

O primeiro caminhão com potência elevada vendido no Brasil foi o Scania LK 140, com motor de 14 litros, 8 cilindros em V, potência de 350 cavalos e torque de 1.200 Nm. Esse foi o primeiro caminhão nacional a passar da marca dos 300 cavalos de potência. A concorrência, naquela época, oferecia potências com cerca de 250 cavalos em motores de 11 e 13 litros, com 6 cilindros.

De lá para cá, muita coisa mudou. Hoje, um motor com 6 cilindros e 13 litros de cilindrada chega a 560 cavalos de potência, como é o caso do motor FPT Cursor 13, que equipa os caminhões Hi-Way e Hi-Road, da Iveco. Mas existem, ainda, caminhões mais potentes, vendidos no Brasil e no mundo, que passaram da barreira dos 700 cavalos.

Em 2008, esse número ainda estava longe de ser alcançado, quando a MAN apresentou na Alemanha o modelo TGX 18.680, com motor V8 de 16 litros, 680 cavalos de potência e torque de 3.000 Nm.

Pouco depois, foi a vez de a Volvo, montadora sueca, apresentar um caminhão que finalmente chegasse aos 700 cavalos de potência. O Volvo FH 16, equipado com o motor D16G, de 16,1 litros, com potência de 700 cavalos e 3.150 Nm de torque, passou a ser considerado o caminhão mais potente do mundo em 2009. A grande diferença da Volvo para as outras montadoras é que o seu motor de 16 litros usa 6 cilindros em linha, e não um V8.

Pouco mais de um ano depois, em março de 2010, o Volvo FH 16 perdeu seu trono. A montadora Scania voltou a ter o caminhão mais potente do mundo, atingindo 730 cavalos com o modelo R 730, que tem motor DC16-21, V8 de 16,4 litros, potência de 730 cavalos e torque de 3.500 Nm.

Mas, como a guerra pelas potências não podia parar, a Volvo retomou seu lugar com o lançamento do modelo FH16 750, com 750 cavalos e torque de 3.550 Nm, usando o mesmo motor do modelo de 700 cavalos, mas com aprimoramentos. O modelo foi apresentado em novembro de 2011.

Depois disso, os números pararam de subir. A grande quantidade de regulamentações ambientais em todo o mundo estrangula o aumento das potências. Porém, com essas cavalarias e torque, nem será preciso.

Entre os modelos mais potentes, a Volvo oferece o de 750 cavalos no Brasil, sob encomenda, exclusivamente na versão 8×4 para operações com cargas indivisíveis. Já a Scania tem o modelo R 620 como mais potente disponível para o nosso mercado.

Porém, fora das estradas, a briga de potências é diferente. Gigantes de mais de 10 metros de altura – e com pneus monstruosos –, que podem transportar mais de 400 toneladas de carga de cada vez, têm motores impressionantes.

O mais incrível deles é o Caterpillar 797F, equipado com um motor CAT C175-20 V20, com 20 cilindros em V, usando quatro turbos, que tem 106 litros de cilindrada e uma potência total de 4.000 cavalos. Esse monstro é usado na mineração e é considerado o maior caminhão do mundo.

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Enchente é problema também para os caminhões

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Enchente é problema também para os caminhões

Todos os anos, nessa época do ano, temos que lidar com o mesmo cenário: chuva forte que, em poucos minutos, faz com que rios transbordem, alaga ruas e devasta muitas cidades. Há poucos dias, choveu em São Paulo como há muitos anos não acontecia. E, com essas tempestades, vem muito prejuízo. Além de propriedades invadidas pela água, muitos veículos ficam cobertos e muitas pessoas chegam a perder tudo.

Nesse dia, uma cena chamou a atenção: dezenas de caminhões submersos dentro do Ceagesp. Esses veículos foram pegos de surpresa pelo aguaceiro e ficaram presos. Os motoristas pouco – ou nada – puderam fazer.

A água traz diversos problemas para os veículos, mas como evitar que isso aconteça? O primeiro passo é evitar a água. Se houver enchente em uma estrada, mesmo que o trecho seja conhecido, evite passar pela água. O correto é procurar um desvio ou esperar. A água força muitas partes do veículo, como o radiador, que pode bater na ventoinha, correndo o risco de causar danos graves.

O choque térmico também é grande. Como o motor está muito quente e a temperatura da água gira em torno de 20 oC ou menos quando chove, podem ocorrer algumas trincas em peças plásticas aquecidas e até mesmo no bloco do motor.

A água da enchente também pode causar pane elétrica no veículo, o que provoca curtos-circuitos, que podem fazer o motor desligar, danificar componentes eletrônicos e até causar incêndios.

Os caminhões têm a tomada de ar em posição mais elevada, mas, se o motor apagar dentro de um alagamento, a água pode entrar nele pelo escapamento. Se isso acontecer, não tente religar o veículo. O principal problema aqui acontece se os cilindros do motor estiverem cheios de água. A rotação do motor com as válvulas fechadas pode causar o terrível calço hidráulico, que pode empenar as bielas e até travar o motor.

A água também compromete a lubrificação dos sistemas do caminhão e, se ele ficar submerso, precisará de uma troca completa dos fluidos. Se a água entrar na cabine, o problema é ainda maior. Além de uma quantidade imensa de componentes eletrônicos, a cabine tem muitos acabamentos de espuma, que podem ficar deformados em contato com a água.

Outro grande problema de áreas alagadas é a falta de visibilidade das ruas e estradas. Quem está dirigindo em uma rua alagada não consegue ver o que está abaixo da linha da água, que pode ter levado parte do pavimento, abrindo grandes buracos e, inclusive, podendo engolir o veículo. Se tiver problemas com enchentes, o melhor é rebocar o caminhão até uma oficina de qualidade para avaliação dos danos, troca de peças e fluidos e outros reparos. Evite tentar dar a partida em qualquer veículo que tenha ficado debaixo d’água.

Por isso, sempre que possível, recomenda-se ficar longe de alagamentos, independentemente do tamanho do veículo.

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Mulheres no volante, profissionalismo contagiante

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Mulheres no volante, profissionalismo contagiante

A profissão de caminhoneiro mudou – e muito – de alguns anos para cá. A imagem que se tinha do caminhoneiro era a de um cara grande, forte, bruto, e o caminhão era algo que precisava de muita força para ser guiado. Hoje, o caminhão ficou fácil de dirigir, tem o volante leve, é confortável e bem-acabado e alguns modelos são mais completos que muitos carros de passeio.

O caminhoneiro também perdeu essa fama e se tornou um profissional do volante, uniformizado e trabalhando de forma tranquila na cabine.

Essa mudança na percepção em relação à profissão e também nos veículos tem trazido as mulheres para o trabalho na estrada. A cada dia, é mais comum o interesse delas nos caminhões, apesar das dificuldades que ainda existem nas estradas.

Entre os principais pontos de dificuldade está a falta de infraestrutura dos pontos de parada e das empresas, que não fornecem locais adequados para elas, com banheiros, chuveiros e áreas de espera, por exemplo.

Outro ponto que cria dificuldades é o assédio, tanto sexual quanto moral, que, infelizmente, ainda acontece nas rodovias. Mas, assim como a evolução dos caminhões e do trabalho na estrada, esse fator tem diminuído e as mulheres estão cada vez mais presentes nas estradas.

E não é só a presença feminina que conta, as mulheres trabalham tão bem que várias transportadoras têm criado programas de recrutamento específicos para elas, que incluem treinamento e capacitação, para que conheçam cada detalhe da operação de um caminhão, além de receberem noções de mecânica e das tecnologias embarcadas nos veículos.

Mas, com perseverança e foco no trabalho, cada vez mais, as mulheres vêm superando todas as dificuldades na luta por igualdade, por melhores condições de trabalho e por respeito, derrubando todos os estereótipos criados.

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RNTRC passará a ser totalmente digital

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RNTRC passará a ser totalmente digital

A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) já flexibilizou as regras de cadastramento do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC) e, recentemente, anunciou que vai implementar o RNTRC 100% digital.

De acordo com a agência, todo o processo de cadastramento no RNTRC poderá ser feito pela internet. Além disso, a operação será menos burocrática e o envio de documentos não será necessário, pois todas as informações serão cruzadas com bases de dados de outros órgãos, como o Denatran e a Receita Federal.

Os transportadores poderão fazer cadastros, recadastros e gestão de frota sem atendimento presencial. O sistema já está em teste com algumas transportadoras escolhidas pela ANTT e deverá ser implementado para todos os transportes a partir do fim de junho de 2020.

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CIOT para Todos é suspenso pela ANTT

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CIOT para Todos é suspenso pela ANTT

Devido à pandemia do novo coronavírus, a ANTT publicou a Resolução nº 5.876/2020, cancelando temporariamente a entrada em vigor do Código Identificador da Operação de Transporte, o CIOT para Todos. Com isso, ele fica suspenso por prazo indefinido.

A resolução da ANTT suspende o cadastramento obrigatório das Operações de Transporte para as contratações que não envolverem TAC e TAC-Equiparado, consequentemente, suspendendo o CIOT para Todos.

Além dessa medida, a resolução altera a validade do Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Cargas (RNTRC). O registro venceria entre 1º de março e 30 de junho de 2020, e a nova data fixada para vencimento passa a ser 31 de julho de 2020.

Essa mesma resolução ainda interrompe, até 31 de julho, o Certificado de Inspeção Técnica Veicular (CITV) para caminhoneiros autônomos e empresas de logística.

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A distribuição da carga no caminhão reduz custos e surpresas na estrada

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A distribuição da carga no caminhão reduz custos e surpresas na estrada

É lei! A carga precisa estar bem distribuída e amarrada sobre a carroceria do caminhão. Mas não é somente por ser lei que deve ser cumprida. A correta distribuição e amarração da carga pode reduzir custos com manutenção e evitar multas por excesso de peso nos eixos do caminhão.

Quando a carga está posicionada de forma irregular, pesando muito sobre um eixo e deixando outro sem peso, o desgaste dos pneus no eixo sobrecarregado é muito maior. Além disso, o sistema de freios naquele eixo sofrerá mais desgaste, assim como a suspensão.

A distribuição da carga no caminhão deve ser feita de maneira uniforme, e o peso deve ser o indicado sobre cada eixo. Essa distribuição deve ser feita levando em conta o peso da carga, os tipos de materiais a serem transportados e o trajeto da rodovia que o estradeiro vai pegar.

A carga também deve estar de acordo com o tipo de caminhão – nunca pode ser superior ao limite estabelecido pelo Contran –, assim como com o tipo de carroceria e com os pontos de fixação para amarração.

A carga e sua fixação devem estar de acordo com o trajeto, como citado anteriormente, já que rodovias com muitas curvas, serras ou em más condições prejudicam a estabilidade do veículo. Nesses casos, a amarração deve ser reforçada.

Dependendo do tipo de carga, é necessário verificar a altura de empilhamento, o tipo de amarração específica, o grau de inclinação permitido e até a necessidade de refrigeração. Isso evita qualquer problema com as mercadorias e garante que elas sejam entregues no destino com a mesma qualidade com que saíram da linha de produção.

As dicas acima valem para cargas sólidas, mas o que fazer em relação ao transporte correto de cargas a granel?

As cargas a granel, como soja, milho e adubos, também precisam de cuidados no transporte. O principal é a vedação da caixa de carga para evitar o derramamento do produto nas rodovias. O caminhoneiro precisa verificar com atenção como estão as tampas e bicas da carroceria e, se houver qualquer dano, deve ser providenciado o conserto imediato.

As cargas desse tipo também precisam estar cobertas com lonas para evitar contato com água ou com outros agentes externos e para evitar que sejam jogadas pelo vento em outros veículos na estrada. Enquanto estiverem sobre a carroceria do caminhão, devem estar bem presas e seguras, assim, o caminhoneiro pode seguir viagem tranquilo.

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Caminhoneiro: o novo velho protagonista do Brasil

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Caminhoneiro: o novo velho protagonista do Brasil

O Brasil que parou o Brasil por 11 dias reivindica um lugar que perdeu e um tempo que já não existe. Neste sentido, não poderia estar mais distante dos protagonistas dos protestos de 2013

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CAMINHONEIRO: Lei do descanso, agora, é geral

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CAMINHONEIRO: Lei do descanso, agora, é geral

Desde o dia 3 de março passado, o artigo 67-C do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que trata do tempo de direção dos motoristas profissionais, passou a valer em todas as estradas do País.

Esse artigo foi acrescentado ao CTB pela Lei 13.103, a Lei do Caminhoneiro, publicada há três anos…

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6 cuidados para utilizar aplicativos de frete com segurança

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6 cuidados para utilizar aplicativos de frete com segurança

Saiba como utilizar aplicativos de frete com segurança

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Como conseguir a primeira oportunidade como motorista profissional?

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Como conseguir a primeira oportunidade como motorista profissional?

Ser caminhoneiro é o sonho de muitos jovens pelo Brasil. Influenciados por seriados, como Carga Pesada, que mostrava as aventuras da dupla Pedro e Bino pelas estradas do Brasil, ou de simuladores de transporte, como o Euro Truck Simulator 2, muitos são os jovens que querem viver a liberdade da estrada.

Mas quais são os primeiros passos para começar na profissão? A dúvida é recorrente, já que se fala pouco sobre o assunto. Mas, esse texto pode ajudar você a dar os primeiro passos na realização do sonho de ser caminhoneiro.

O primeiro e mais importante passo dessa caminhada é obter a Carteira Nacional de Habilitação profissional, nas categorias C, D ou E, dependendo da idade e de qual tipo de veículo pretende dirigir.

A CNH C permite a direção de caminhões, com mais de 3,5 toneladas, e pode ser obtida com 19 anos, um ano após ter tirado a CNH B. A CNH D é para veículos de transporte de passageiros, que tenham capacidade acima de oito passageiros. Ela é necessária para poder dirigir vans, micro-ônibus e ônibus, em rotas urbanas e rodoviárias. A idade mínima para obtenção da CNH D é de 21 anos.

A CNH E é a mais desejada. Ela permite a direção de veículos de carga articulados, tipo carretas e bitrens, e o candidato a essa CNH precisa ter a CNH C ou D há pelo menos um ano, sendo maior de 21 anos.

Também é necessário o EAR, ou Exerce Atividade Remunerada. Essa é uma observação constante na CNH para exercer atividade remunerada com o veículo, ou seja, prestar serviço de transporte de pessoas, bens ou valores para pessoa física e/ou jurídica, autônomos ou contratados. Para obter essa certificação, o condutor será submetido a exames psicológicos e outros testes.

O segundo passo é buscar cursos específicos para o setor de transportes, como o Curso do MOPP e Curso de Transporte de Cargas Indivisíveis. Esses cursos são obrigatórios para algumas operações de transporte especiais.

O MOPP é o Curso de Movimentação Operacional de Produtos Perigosos, que serve para transporte de produtos químicos, como combustível. Outro curso muito requisitado, de Transporte de Cargas Indivisíveis, é obrigatório para operações com cargas que não podem ser transportadas desmontadas, como pás eólicas.

Para transporte de passageiros, existe ainda o Curso de Transporte Coletivo de Passageiros, que treina o candidato para o transporte de pessoas com segurança.

Algumas empresas pedem ainda cursos de NR-20 e NR-35. Essas normas regulamentadoras tratam de saúde no trabalho no manuseio de substâncias inflamáveis e trabalho em altura, respectivamente.

Após ter a CNH e os cursos nas mãos, é hora de buscar uma oportunidade. A maioria dos caminhoneiros começam trabalhando como empregados em alguma transportadora. Algumas oferecem programas de treinamento de operação de caminhões, para que os novatos possam conhecer as melhores formas de operação do veículo, de forma segura e rentável.

Para saber quais empresas dão esse treinamento, uma dica importante é conversar com outros caminhoneiros, que já tenham experiência. Muitas vezes, além de conhecerem empresas que precisam de novos motoristas, esses veteranos têm dicas importantes para quem sonha em ser caminhoneiro.

As empresas também buscam, em todas as contratações, pessoas comprometidas e profissionais. Confiar na mão de alguém, sem essas qualidades, um caminhão que chega a valer R$ 600 mil, é arriscado demais. Por isso, o melhor é buscar ser o mais profissional possível, lembrando sempre de reciclar os conhecimentos, fazer novos cursos e estar disposto a aprender sempre.

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